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Para o bumbum de ninguém ficar assando

Antes de ter filhos, eu não tinha muitas dúvidas: assaduras? Hipoglós! Minha avó usou, minha mãe usou… aquele cheirinho de peixe era quase sinônimo de cheiro de infância.

Mas aí a Carolina e sua bundinha fofa chegaram e eu comecei a experimentar a imensa gama de pomadas e cremes que o povo tinha me dado para evitar assaduras. Ali, naquele início, algumas preferências já começaram a se formar. E hoje, 9 meses e meio depois, posso dizer que já estou cursando meu PHD em “Evitar Assaduras”. Carolina NUNCA teve nada. As poucas vezes que ficou vermelhinha, troquei o creme e logo resolveu.

Assim sendo, do alto da minha vasta experiência Assadorística (brincadeira, gente, são só minhas impressões de mãe doida) vou dividir com vocês o que eu testei por aqui:

  1. Hipoglós:                                

ImagemDesde o primeiro dia que testei, não me agradou. O cheiro apesar de não ser mais aquele cheiro de peixe da fórmula antiga, não é dos melhores. Além disso é muito grossa, forma uma camada SINISTRA que é ruim a beça de sair, mesmo no banho. Quando a Carolina era bem bebezinha, seu xixi era em pouca quantidade daí a coisa era mais complicada e agarrava mesmo. Hoje em dia, com um xixi mais “robusto” ela não agarra tanto, mas ainda fica uns restolhos meio ruins de tirar. Não adianta, gente, peguei implicância e não compro nem uso. Tenho que admitir, entretanto, que a Carolina nunca ficou nem remotamente assada com ela. Acho que a assadura olha pra ela e pensa: “credo!!! Que pomada horrorosa, quero não!” (brincadeirinha!). Outro ponto a favor é o preço. Costuma ser bem mais em conta que as concorrentes.

2. Creme preventivo de assaduras da turma da Mônica:

ImagemEsse eu já comecei a usar com um pouquinho mais de esperança. Sabem como é… Maurício de Souza é meu ídolo de infância, o produto dele TINHA QUE SER BOM. Mas olha, gente… nem com boa vontade, viu. Não é que é horrorosa, mas também não é aquelas mil maravilhas. A textura é grossinha e lembra a da hipoglós, mas não agarra tanto, o que é um ponto a favor. Mas não tem cheiro agradável e nem desagradável. Para algumas mães, isso de ser sem perfume é um ponto a favor. Mas desde que a Carol começou a comer carne, ovo e tal a vida ficou mais fedida e difícil, então não estou podendo me dar ao luxo de dispensar perfume em creme de assaduras, não. Mas o que me fez desgostar MESMO foi que usando essa pomada foi a única vez que a Carolina ficou com o bumbum avermelhadinho. Daí eu troquei a marca e o vermelho sumiu. E não foi uma vermelhidão de alergia não, foi de início de assadura mesmo. Ou seja, não segura muito. 

3. Bepantol Baby:

ImagemAgora a conversa começa a ficar mais bacana. A textura desse creme é mais fina, ele é mais transparente quando passado na pele e não agarra tanto. O cheiro não é maravilhoso, mas é mais perfumadinho que as opções anteriores. Com essa daqui, a Carolina nunca ficou vermelhinha. O ponto negativo é o preço, pois é mais caro que os outros dois.

 

4. Babycreme da Welleda:

ImagemA melhor pomada anti assaduras que já usei. Sua textura é grossinha mas não agarra demais. Tem um perfume delicioso. Além de ser super natural. Ele é da marca weleda, que é uma marca ligada à medicina antroposófica. Assim, ele não contem conservantes, corantes e nem perfumes sintéticos. Não foi testado em animais. É super puro, com extratos vegetais de cultivos orgânicos em campos próprios, o que faz com que a chance de dar alergia seja bem menor. Tem algum inconveniente? Tem! O preço. Tanta maravilha não podia ser de graça, né? Ele é o mais caro de todos, mas não é um valor proibitivo e ele rende bastante. Um frasco dá para 1 mês. 

É isso, pessoal. Esse post não foi minimamente patrocinado, são apenas as minhas impressões de mãe e usuária viciada de creme anti-assaduras. Apesar da vontade da blogueira de ganhar alguma coisa com o blog, tudo o que ela ganhou até hoje foram poucas visitas e comentários. 

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1, 2, 3… Testando!

Eu costumo pesquisar bastante antes de comprar alguma coisa e o que me ajuda muito é o relato da experiência de outras pessoas. Por isso, resolvi fazer uma série de posts em que irei dar minha avaliação dos produtos que comprei e estou usando.

Ressalto que não é nenhum tipo de publipost e os produtos a serem analisados foram comprados por mim.

Resolvi começar com um ítem que eu namorava já há tempos, mas que só fui comprar agora: a cadeira de alimentação.

Aqui em casa, não temos espaço sobrando, assim sendo um cadeirão estava fora de cogitação. Minha pesquisa de qual comprar ficou entre aquelas cadeirinhas que se acoplam na mesa ou as cadeiras.

Nos meus sonhos eu comprava aquela cadeirinha da fisher price com um leãozinho no encosto, que eu acho FOFA nível pequenos pôneis passeando no arco-íris. Acabei não comprando por dois motivos: ela é bem mais cara que as outras e não me pareceu confortável.

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Acabei optando pelo modelo Luxo da Safety 1st. Vou listar para vocês as vantagens e desvantagens que encontrei nesse modelo.

VANTAGENS

  1. Muito versátil: pode ser utilizada dos 6 meses até os 4 anos. Ela começa como uma cadeira com encosto e bandeja, depois pode tirar a bandeja e a criança passa a usar a mesa e, no último estágio, sai também o encosto e ela vira só um booster. O leãozinho da Fisher Price era lindésimo, mas só recomendado a partir de 12 meses (e o assento era plástico não almofadado).
  2. Portátil: Ela acopla-se direitinho na cadeira que você quiser (vem com 2 cintinhos, um para a base e um para o encosto) e quando fechada vira uma malinha. Bacana para levar em viagens. Não que eu leve, pois a Carolina come bem mesmo no carrinho ou bebê conforto. Se tem uma coisa que não posso reclamar é do apetite da minha baby draga.
  3. Fácil de limpar: ela é toda de plástico, e a bandeja sai completamente, o que facilita a higienização. O encosto tem uma parte almofadada, mas também revestida de material plástico. Depois do bebê zunir comida no olho, na cara, na bandeja, no seu cabelo… é só passar um paninho com Veja e tudo bem.
  4. A bandeja fica bem acoplada no assento e tem 3 ajustes de distância. O bebê não consegue abrir sem querer, pois a trava é bem legal, de encaixe.
  5. Preço: comparado com o preço dos cadeirões, ela sai mais em conta.
  6. Beleza: ai, gente, assumo. Isso importa para mim também. Tinha uns assentos parecidos em cor marrom cocô. Eles eram mais baratos (não muita coisa), mas eu prefiro ver minha filha comendo numa cadeirinha floral do que em uma com cor que lembra excremento, ok?
  7. Não ocupa espaço. Eu deixo acoplado na cadeira da mesa de jantar, e encosto a cadeira na mesa. Pronto, cadeirão guardado!

 

 

DESVANTAGENS

  1. ImageO encosto é almofadado mas não é tããão macio assim. Se você tem espaço para um cadeirão bacanudo (e dinheiro para investir nisso), eles me parecem mais confortáveis.
  2. A cadeira que você vai prender o cadeirão tem que ser bem firme e, de preferência, mais pesada. Bebês pequenos não tem noção de perigo e dão impulsos para todo lado tentando alcançar QUALQUER coisa ao alcance da visão deles. Por isso NUNCA devem ficar nessa cadeira sem supervisão próxima do adulto.
  3. O cinto tem 3 pontas, mas prende só na altura do abdome. A Carolina as vezes dá uns pinotes que juro que me dá medo de virar ou escapar dali. Acho que seria mais seguro se o cinto prendesse pelos ombros, como os cintos de carrinho.

SALDO FINAL:

Vale a pena se você não tem espaço/dinheiro para investir num cadeirão. Entre os boosters é bonito, fácil de limpar e tem um preço ok. Mas o bebê só deve ficar sentado sob supervisão, pois acho que há mais risco de acidentes do que num cadeirão convencional.

Beijos e bom papá pra vocês! 😉