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18 meses… mamãe voltou!

Muitas mudanças nesses últimos tempos:

mudamos de cidade, idioma e até de país! Desde agosto que viemos morar na Alemanha. Nesse meio tempo, Carolina cresceu, fez seu primeiro corte de cabelo (levei no salão porque não tenho coragem de fazer besteira), está andando toda firmezinha e toda prosa (começou com 13 meses) e anda mais pândega do que nunca. Entende absolutamente TUDO que falamos com ela, aponta para mostrar as coisas, pede o que quer, faz o que pedimos 90% do tempo. Os outros 10% ela se faz de sonsa porque estamos pedindo algo que ela não está a fim.

Seu sono? Evoluiu, regrediu… seguiu bem os padrões das crises de desenvolvimento que eu descrevi aqui. Acabamos de passar pela dos 18 meses que foi tensa porque ela vinha num padrão bacaninha e aí regrediu a beça. Fui procurar as datas das prováveis mudanças e… batata! Eram os 18 meses. Durou umas 3 semanas, agora ela voltou nos eixos. Atualmente, tira uma soneca longa depois do almoço (2 horas) e depois só vai dormir por volta das 21:30/ 22h. Vai até as 6 da manhã, quando quer mamar e continua até as 8h. Para mim, isso está perfeito.

Mas ainda não dorme no seu quarto. Até pelo fato de aqui ser inverno, estar fazendo temperaturas negativas… nós ligamos o aquecedor e fechamos a porta, assim sendo prefiro que ela esteja conosco. E ela dorme melhor assim, acorda menos.

O que aconteceu aos 18 meses de mais significativo, sem dúvida alguma, foi a expansão enooorme de seu vocabulário. Antes, ela falava uma palavrinha ou outra, agora está uma tagarela de marca maior.

Quem canta seus males espanta

Quem canta seus males espanta

Suas palavras mais frequentes (as que eu me lembro, porque são muitas) são:

Mamãe: eu mesma. E ela fala direitinho.

Papai

Vovó

Titia

cer: descer. Serve para descer ou para subir do seu cadeirão.

papá: quero comida, oras!

mamá: mamadeira

teta: chupeta

mão: quando ela quer ajuda para alguma coisa, ela estica a mãozinha e fala “mão”! Como se estivesse dando uma ordem e não fazendo um pedido.

porta: quando quer que a gente abra a porta para ela sair.

arrozi: arroz. Sua comida preferida acima de todas as outras. Vez ou outra ela pega implicância com um ou outro alimento, mas o “arrozi” continua no topo.

pão: segundo na lista de preferência.

boio: bolo, claro!

Cóio: quando quer colo, ela agora estende os bracinhos e pede “cóio“.

Eche: esse. Tudo o que ela quer, ela aponta e pede “eche“.

Pepa: seu desenho preferido. Junto com a galinha pintadinha, o peixonauta e a loja de laços da Minnie.

Neném: qualquer criança

Maia: sua boneca “Germara”, com que dorme todos os dias.

Gada: obrigada. É muita educação, tá?

Tau: tchau.

Paia: para. quando a gente enche muito o saco dela com beijos ou cosquinha.

: Brincar. Pergunto se ela quer alguma coisa, na hora ela responde que quer ““.

Cocô: serve para cocô ou pum. Ela ainda não sacou que peso na fralda é a diferença entre os dois. Rsrs

Não, não, não! : Esse ela fala assim mesmo, três vezes, quando tá muito P da vida porque a gente quer que ela coma outras coisas além de “arrozi“. E ela ainda fala virando a cabeça de um lado pro outro. Juro que não sei se rio ou fico brava.

Também tem aquelas mais óbvias: água, naninha (bananinha), fiijão (feijão)e muito mais que não lembro agora, mas essas são as principais. E uma que me faz chorar de rir é quando perguntamos se ela quer alguma coisa e ao invés de ela falar que sim ou não ela faz um “ahãn”. É uma figuraça, gente!

Até a próxima!

Beijos polares, aqui de Berlim!