Errar é materno

ImagemAntes de nascer uma criança, uma mãe já está sendo formada. E é durante a gravidez que a gente pensa, sonha e constrói a mãe que queremos ser.

A gente prepara o ninho, prepara o espírito, lê, imagina.

Assim que o bebê nasce, começa a prova maior para a qual já nos preparamos: o exercício da maternidade. Nenhuma outra prova nos exigiu tanto tempo e tanta dedicação quanto esta.

Errar todos erramos. Não conheço quem tenha gabaritado esta prova. 

Mais importante do que quanto de acertos temos é ser aberta o suficiente para, tal qual um GPS, “recalcular a rota” quando aparecer um imprevisto. E, caramba, eles aparecerão pois não há nada mais imprevisível que uma vida com filhos.

Vejo muitas mães se culpando por isso e por aquilo (me incluo aí pois a culpa é um acessório inseparável da maternidade) mas a culpa não leva a lugar algum. Não adianta nada fazer uma besteira, se culpar e… cara de paisagem, vida que segue. Achou que está errado? LEIA. ESTUDE. Hoje em dia a informação está disponível a quem tiver interesse e paciência de pesquisar. Viu que realmente estava errada? CORRIJA.

O problema não é errar. O problema é não aceitar o erro e repará-lo. Essa, inclusive, é uma das lições que devemos passar a nossos filhos. A de que não há problema algum em reconhecer um erro. E de que somos fortes e inteligentes o suficiente para consertá-los.

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