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Mãe Não Pode Ter Nojinho

Eu nunca imaginei que trocar fraldas fosse algo desafiador. E não foi… ATÉ AGORA.

Sou bonitinha mas capricho na fralda

Sou bonitinha mas capricho na fralda

Nada como a introdução alimentar para balançar o seu mundinho e te fazer questionar suas crenças, minhas filhas.

Digo isso porque desde que Carolina nasceu, era só aquele cocozinho de leite, com cheirinho bem tranquilo… quase um perfuminho.

E aí comecei a introdução alimentar com banana e o meu mundo continuava cor de rosa, com cocozinho de boa. Caí então na besteira de dar abacate. Foi traumático. Uma quantidade absurda e com consistência de… COCÔ! 

Só que, sinceramente, nada tinha me preparado para o mamão. Carolina estava dormindo e começou a resmungar e chorar de noite, vi que não era fome e com a luz apagada para não acordá-la resolvi verificar a fralda. Se eu disser que caí para trás, não estarei exagerando. Eu levei uma bofetada na cara com o cheiro e caí sentada sentindo ânsia e gemendo. Sorte que meu marido ouviu o escândalo e foi ver o que estava acontecendo. Ele salvou a noite, trocou a fralda e conseguiu colocá-la num saco hermeticamente fechado na lavanderia. Não dava nem para ficar no mesmo ambiente que essa fralda porque era praticamente um gambá em putrefação.

 

O que aprendi com o episódio:

  • alimentos novos devem ser introduzidos de manhã, porque caso dêem um revertério intestinal, isso acontecerá durante o dia e não no meio da madrugada.
  • nunca mais o cocozinho do seu filho será o mesmo.
  • não dá mais para ter lixeira de fraldas no quarto (a não ser que você queira conviver com odor do lixão da mãe Lucinda)
  • mamão nunca mais. Essa fruta não é de Deus.
  • respirar pela boca enquanto troca a fralda é questão de sobrevivência.
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Favor Não

receita para bebê feliz: bananinha delicia e peitinho de sobremesa

receita para bebê feliz: bananinha delicia e peitinho de sobremesa

Se  existisse uma única lei absoluta que tratasse sobre “filhos dos outros” essa lei seria:

NUNCA JAMAIS EM TEMPO ALGUM darás algum alimento para uma criança sem perguntar à mãe antes se pode.

E, obviamente, de maneira que a criança não ouça ou veja o que é. Digo isso porque esta semana me estressei na padaria. Estava lá com a Carolina e a atendente vira:

_Ai que menininha fofa. Tó um biscoitinho aqui.

_Não, moça. Ela não come.

_Não come? Mas é molinho!!!!

_Mas ela não come.

_Ué! O que ela come então? (Já meio agressiva)

_Leite de peito e frutinha.

_Mas grande desse jeito?

É. Grande desse jeito. Porque ninguém tem o direito de decidir o que uma criança come ou não, a não ser seus pais. Alooooou bom senso cadê, Braseeeel!

 

 

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Enquanto o sono não vem

de mãos dadas com meu amiguinho porque não quero ficar sozinha

de mãos dadas com meu amiguinho porque não quero ficar sozinha

E aí  você está tentando fazer o bebê dormir e ele chora, chora, choooooora e nada de pegar no sono. Você já está chegando naquele limite em que começa a ficar meio impaciente até que o bebê começa a falar pela primeira vez, diga-se de passagem (já que só tem 6 meses):

_ Ai ai ai ai ai neném, neném, neném. 

Preciso nem dizer que foi difícil segurar o riso, né?

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6 Meses

Agarradinha da mamãe

Agarradinha da mamãe

Ontem a Carolina completou 6 meses. Foi um marco não só pelo “mesversário”, mas também porque conseguimos completar 6 meses de amamentação exclusiva.

Superamos a demora da descida do leite, as fissuras mamárias e a mastite. E conseguimos!

Agora, começamos uma nova fase em que começamos a introdução alimentar. Depois, vou contar um pouco do que fui orientada pela nutricionista e pela pediatra e como está sendo a prática.

E como está a Carolina?

Esse mês, ela não teve muitas novidades mas acho que é porque o 5 mês foi bem intenso, então nesse ela ficou mais tranquilona.

  • Ainda não está sentando sozinha, só com apoio. Mas está a cada dia mais durinha.
  • Continua botando mãos e pés na boca.
  • Quando está de barriga para cima, vira de bruços. Mas ainda não sabe desvirar.
  • Ainda está banguelinha, apesar de babar um rio Amazonas por dia
  • Cada dia mais careca, pouco sobrou de seu penteado punk
  • Começou a dar os bracinhos quando quer ir pro colo

AGORA A GRANDE NOVIDADE DO MÊS:

  • Está falando um dadada muito engraçado. Ela fala o “dá” bem nítido e com diferentes entonações. Às vezes, é interrogativo: “Dá?”. As vezes, é exclamativo: “Dá!”. E as vezes ela dispara a metralhadora e não pára mais: “dadadadadadadadada”. De morrer de fofura. ❤
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Tristeza no Pós Parto

Ainda bem que tem um monte de gente que ama a mamãe e a Carolina <3

Ainda bem que tem um monte de gente que ama a mamãe e a Carolina ❤

Esse mês que não apareci por aqui foi muito intenso para mim. Já falei mil vezes como ter um filho muda nossa cabeça, nossas perspectivas, objetivos… e já disse também como isso era difícil.

Só que as vezes fica tão difícil, que a gente precisa pedir ajuda. Depois que a Carolina nasceu eu comecei a temer absurdamente que algo acontecesse a ela. Mas esse temor começou a ser tão intenso, que começou a me fazer mal, a não conseguir relaxar, só ter vontade de chorar e sentir medo.

Muito disso foi causado também pela pressão e cobrança que eu coloco para mim mesma: de ser uma mãe perfeita, de fazer O MELHOR para a Carolina… mas não dá para ser perfeita o tempo todo. 

Ainda bem que tenho pessoas do meu lado, que souberam reconhecer que eu não estava bem e me estenderam a mão. Marcaram médico, terapeuta, me deram abraço, colo, cuidaram da Carolina e de mim.

No momento, ainda estou em terapia mas já sinto-me melhor e se você conhece alguém que teve um bebê e começou a apresentar essa tristeza, esses medos… abrace, dê colo, ajude. Porque nem todo mundo consegue passar por esse período sem ajuda e não é vergonha aceitar apoio. 

Obrigada a todas as pessoas que me ajudam e ajudaram. Vocês sabem quem são. ❤