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Resolução da Saga do Berçário

Segundo dia de busca da creche e resolvi convocar o papai para me ajudar. Chegamos à creche no horário marcado e o primeiro choque: o “tio” que tomava conta do portão estava vestido com um modelito “malandro vidaloka”, que era composto por camisa aberta ao peito com pelos escapando do decote, cordão grosso e aquela ar de “sou malandro merrrmo”.

Perguntamos pela pessoa com quem tínhamos falado ao telefone e ele nos disse que ela ainda não tinha chegado. Isso porque chegamos no horário marcado. Ok, ela estava atrasada mas pretendíamos esperar. Ele então nos disse que podíamos aguardar lá dentro. Segunda decepção do dia: a enorme escadaria bem na entrada.

Mas vamos em frente. Não sejamos chatos.

Terceira decepção: crianças correndo sozinhas na escada, móveis velhos, cara de abandono.

Um olha para a cara do outro:

Vamos embora?

E saímos correndo, fugidos, antes que a tal da diretora chegasse.

E agora? Bom, resolvemos passar em um outro berçário que uma amiga tinha matriculado seu bebê. Chegamos e explicamos que queríamos conhecer a escola.

_Mas vocês não marcaram horário?

_Não. Mas já que estávamos passando em frente, resolvemos dar uma olhada.

_Olha, a pessoa responsável não chegou. Chega daqui a pouco. Se vocês quiserem esperar tudo bem, mas não acho que ela vai mostrar a escola, não.

_Mas por que não?

_Porque tem que marcar hora. No máximo, ela vai marcar uma hora para vocês voltarem depois.

Meu marido e eu nos estreolhamos. Estávamos lá nós, a escola e a pessoa? Por que não poderíamos dar uma olhada rápida? Eles tinham alguma coisa a esconder?

Fomos embora já mais desiludidos e demos nossa última cartada voltando ao berçário que eu tinha conhecido primeiro, tinha gostado mais, mas era mais caro e eu tinha ido sozinha. Lá chegando, expliquei que meu marido queria conhecer o berçário mas que não tínhamos marcado horário.

Surpreendentemente, me disseram que apesar de a coordenadora não ter chegado, outra pessoa nos levaria para dar uma olhada. Ao entrarmos, tudo como tinha sido no primeiro dia: crianças arrumadinhas, tudo limpo e organizadinho.

Gostei da escolha, mamãe!

Gostei da escolha, mamãe!

Não tivemos outra opção que nos deixasse mais tranquilos: resolvemos nos apertar de dinheiro, mas fechar com eles.

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4 Meses de Carolina

Dia 19, Carolina completou 4 meses! Impressionante como em tão pouco tempo tanta coisa aconteceu e eu simplesmente não consigo mais me lembrar como era minha vida antes ou me imaginar sem ela.

E mais impressionante ainda é como eles evoluem rápido. Como está a Carolina hoje, aos 4 meses?

– Sustenta bem sua cabeça e já fica mais durinha no colo

– Quando colocada de barriga para baixo, já levanta a cabeça e apoia os braços, empurrando o corpo para cima.

– Segura os brinquedos com uma mão só e os passa para a outra mão

– Tentar enfiar uma mão inteira dentro da boca ainda é sua atividade favorita (sem muito sucesso, a propósito)

– “Fala” a beça: angu, arru, ma, ga, e um r bem grosso lá na garganta

– Sorri muuuuuito e dá gargalhadinhas

– Perdeu um montão de cabelo e tem enormes falhas 

– Cresceu 14 cm e engordou 3,300kg desde que nasceu

– Chuta forte

– Cutuca a gente com a mão quando quer atenção

– Quer muuuuuita atenção e muito colo

– Começou a se assustar com barulhos muito altos. Chora sentida e só passa com um abraço.

– Faz sua mamãe muito feliz! ❤

Sei que sou muito sapeca e que mamãe me ama

Sei que sou muito sapeca e que mamãe me ama

 

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Voltando a Trabalhar: a saga do berçário

Depois de 4 meses de completa imersão no mundo materno, estou tendo que decidir algo que é o pânico de toda mãe: como será a volta ao trabalho.

Tendo em vista que parar de trabalhar não é uma opção no momento, sobram-me duas alternativas: babá ou berçário. Babá também fica fora do meu leque porque apesar de achar justíssimo que todas tenham direito irrestrito às leis CLT (FGTS, multa rescisória, féria 13 etc) eu não tenho cacife para bancar.

Escolinha lá vamos nós!

A primeira visita foi a um berçário mega alto padrão. Fiquei impressionada! Ninguém entrava de sapato (usavam aqueles propés que se usam em centro cirúrgico), o chão era todo de paviflex, cada criança tinha um trocador, um cadeirão e um bercinho e havia 1 berçarista para cada 2 bebês!!! Tudo lindo. Menos o preço, claro.

Resolvi então conhecer uma outra escolinha que era menor, tinha um preço beeeem mais amigável e tinham câmeras para os pais acompanharem. Ou seja, devem confiar em seu trabalho, correto? Mais ou menos. Depois de conhecer o lugar, penso que elas são só sem noção do quão ruim é o seu trabalho. Fiquei CHO-CA-DA.

Para começar, cheguei lá e tinham escadas para todo lado. Todo lugar que se ia, uma escada. E sem corrimão. E sem piso antiderrapante.

Respire fundo e entrei. Vejo os bebês em uma sala minúscula com tapete de EVA bem encardido. Pensei que eram somente manchas, mas aí a diretora vai e pisa DE SAPATO onde os bebês estão deitados e engatinhando.

Já estava ao ponto de uma síncope, quando ela me diz que já já é hora de dormir dos pequenos. Uma berçarista colocava 8 crianças para dormir em colchonetes no mesmo chão de EVA. Deus sabe como ela consegue, já que eu morro de dificuldade com 1 só!

Perguntei se eles tinham técnicos de enfermagem e vem a pérola:

Não temos porque não precisa. O mais importante nessa idade, o que MATA são os engasgos. Nós sabemos resolver isso. O resto é bobagem. Uma criança rala o joelho aqui, outra se corta ali. Coisa fácil de resolver, sabe? Tipo um aluninho nosso que caiu ali fora e quebrou o braço. A gente imobilizou e chamou o SAMU.

GENTE, COMO A PESSOA FALA ISSO PARA UMA MÃE DE UM BEBE QUE SERIA UM POSSIVEL ALUNO? COOOOOMO?

Depois dessa acho que eu nem conseguia mais disfarçar minha cara de pânico. Chegamos finalmente em um parquinho (cimentado) onde crianças bem pequenininhas estavam em uma situação caótica: uma de 1 aninho sozinha no escorregador, o outro de uns 2 naqueles cavalinhos que balançam mas balançando tão forte que quase dava com a cara na parede e por fim o outro sentado em uma banco que ele não alcançava o pé, tentando se jogar pro chão.

Perguntei sobre o Leite Materno pois não quero introduzir alimentos antes da hora e a “Pedagoga” me diz que IM-POS-SI-VEL pois só leite não sustenta um bebê dessa idade e tem que dar fruta e suquinhos.

Aí ela me fala de uma cadeirinha com apoio que eles tem e usam para bebês que ainda não sentam, chama Bumbo. Conhecem?  Eu não conhecia e achei a idéia um barato. A primeira bola dentro da tal diretora até então. Pedi para ver o Bumbo e a mulher me pega uma cadeira toda roída e quebrada. Quando ela viu minha cara ficou sem graça e disse que os bebês é que estragavam a cadeira, mas que se eu achasse legal, eu podia comprar que depois ela comprava de mim mais barato. Oi?

Saí de lá correndo chocadíssima e pensando nos pais que não tem a opção de escolher um lugar legal para seus bebês pois tem que pôr naquela escolinha que dá para pagar. Deprimente.

Carolina também se chocou com o berçário: COMO ASSIM DORME NO CHÃO, MAMÃE?

Carolina também se chocou com o berçário: COMO ASSIM DORME NO CHÃO, MAMÃE?

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Doida, doida, doidinha!

Ser mãe é estar ligada o tempo todo. O único problema é que isso cobra um preço: o desligamento de algumas sinapses.

Sempre fui esquecida, mas ultimamente sou a própria Dori de procurando Nemo. Perder o carro em estacionamento é meu dia a dia, mas hoje eu cheguei no meu extremo: joguei a roupa da Carolina fora e só fui me tocar em casa!

A menina deu aquela batizada básica de cocô no macacãozinho novo e lindo que eu tinha comprado para ela. Eu troquei-a e coloquei em uma sacola de plástico na bolsa para lavar em casa. O problema é que depois achei a sacola, pensei que era fralda cagada e… catapófi! Foi para a lixeira. >.<

Última foto com o macacão cosplay de algodão doce. Sentirei saudades.

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Mamando e Andando para o Preconceito

Minha bebê só mama no peito, então aonde eu vou, levo meu pingentinho de mamilo. Além da amamentação exclusiva, também pratico a Livre Demanda (LD) e isso significa que eu não ando com um reloginho marcando a hora da Carolina mamar. A hora que ela pede, eu dou. Simples assim.

Algumas pessoas, que não estão acostumadas com essa maneira de amamentação, ficam meio chocadas:

Mas como você vai saber que ela quer mamar? Ela não vai vomitar mais por causa disso? Aposto que é por isso que ela regurgita tanto!

É claro que a gente sabe se o bebê quer mamar! Ela reclama, pedindo. E não, não é por isso que ela regurgita taaaaanto. Prova disso é que ela melhorou demais depois da minha dieta de leite e derivados. O problema dela chama-se APLV e não AMAMENTACAO.

O fato é que, por carregá-la para todos lugares que vou e amamentá-la exclusivamente em LD, muitas vezes ela quer mamar na rua. Estamos no shopping/restaurante/cinema e ela pede o mamá. E aí? Desculpem-me a grosseria franqueza mas… e aí NADA. Eu vou colocar o peito para fora e vou dar de mamar à minha filha. Ponto. Não tem discussão aqui.

Ah eu concordo com você! Tem umas capas de amamentação óoootemas que você cobre a criança, seu peito e tudo o mais.

 Eu não uso capa de amamentação por alguns motivos: eu acho sufocante para a pobre da criança, eu já carrego uma tonelada de tranqueiras não preciso de mais uma, elas são caras, feias e, sinceramente, não vejo a menor necessidade. Já amamentei no shopping, na Starbucks, no restaurante, no cinema, no mercado, na casa de amigos e até na autopeças! Nunca tive problemas.

Lembro de uma vez ler um texto de um homem dizendo que se sentia constrangido ao ver os peitos das esposas dos amigos, que era invasivo, pois estava “invadindo” o espaço visual dele. Ah, gente…preciso mesmo comentar isso? Acho que este deve ter sido o mesmo tipo de comentário ouvido pela primeira mulher que usou calças compridas, ou ao usar um biquíni em público, ou pela Leila Diniz quando foi grávida à praia. Ou seja? Bullshit!

Se a pessoa fica realmente incomodada ao ver um bebê se alimentando, olhe para o outro lado e pronto. Todos felizes, tanto o recalcado quanto o bebê.

Confesso que nunca recebi nenhum comentário nem percebi nenhum olhar atravessado enquanto amamentava em público. Nem mesmo quando a amamentei na autopeças com mais de uma dúzia de homens presentes (não estava sendo ativista nem nada, mas meu carro quebrou e estava sendo consertado e a menina armou um “barraco” querendo mamar… rsrs). Isso me anima um bocado, pois me dá a esperança de que as coisas finalmente estão mudando para melhor.

Um beijo e bom mamá para todas!

cine materna

cine materna

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Discursando em Carolinês

Todas as conquistas dos nossos filhos fazem com que a gente estampe na cara um sorrisão daqueles de propaganda de creme dental. Pode ser a coisa mais besta, mas quando é o NOSSO filho fazendo, é como se fosse a escalada do Everest.
Carolina está cada dia vocalizando mais e agora aprendeu a imitar determinados sons, como a letra R. Pode assistir e depois me conta se não é uma mestra da oratória. 😉

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Slingando pela estrada afora

Antes de ficar grávida, eu vi minha prima Beatriz com o Téo (meu afilhado) em um sling de argolas e fiquei nervosíssima. Meu Deus, será que esse menino está bem acomodado? Seguro? Não vai cair mesmo não? Nem sufocar?
Era tudo fruto de desinformação, minha gente! Quando fiquei grávida, virei uma exímia pesquisadora e comecei a estudar tudo que se relacionava a crianças, educação, criação… e comecei a desenvolver na minha cabeça a idéia de como seria a maternagem que eu pretendia exercer.
Nessas pesquisas, li muito sobre o sling e como ele era a maneira mais fisiológica de carregar o bebê, como ele acalmava o recém nascido por deixá-lo num contato íntimo com a mãe. Ainda na gravidez, ganhei um lindíssimo sling de argolas da minha amiga Nena e já me visualizava usando-o com a Carolina.
Quando a Carolina nasceu, tentei por algumas vezes (sem nenhum sucesso) colocá-la bem acomodada no sling. Ela chorava, ficava torta, parecia que ia cair…e olhem que eu assisti inúmeros vídeos do youtube explicando o passo a passo. Quando ela tinha 1 mês, eu decidi que ia em algum evento de slingada para aprender. Assim, em um final de semana, nos despencamos de Jundiaí para São Paulo até a Casa da Borboleta.
Foi a melhor coisa que fizemos! Em 10 minutinhos de consultoria gratuita, aprendemos a usar o sling de argolas e experimentamos outros modelos (como o Wrap). Eu acabei achando o Wrap mais fácil de usar com recém-nascidos que ainda não tem controle da cabeça, pois ele dá mais apoio ao pescocinho.
Comecei a usar bastante o sling e com isso conseguia fazer as tarefas da casa e qualquer coisa que eu precisasse pois a Carolina dormia no sling que era uma beleza!
Quando ela foi chegando perto dos 3 meses, ela começou a se incomodar horrores e não me deixava mais colocá-la no sling. Eu não conseguia entender o que estava acontecendo até que me atentei para um fato óbvio: ela tinha cerscido! Aquela posição com os pezinhos para dentro do sling não era mais interessante para ela, que agora já sustentava a cabeça e queria ser mais “participativa” com o ambiente. Tentei colocá-la então na posição com os pezinhos para fora e…voilà! Bebê e mamãe felizes novamente no sling. E, agora, o sling de argolas se tornou meu melhor aliado, pois ele para bebês maiores (que sustentam a cabeça) ele é mais prático de colocar. Você pode deixar o pano já pré-ajustado com o tamanho do seu ombro e só fazer os ajustes “finos” na hora de usar.

Algumas coisas que aprendi sobre o uso dos slings e acho bacana compartilhar com vocês:

1. Slings são mais seguros e fisiológicos que carregadores estilo canguru
Nos slings (quando usados apropriadamente) o bebê mantem a curvatura das costas e fica apoiado pelo bumbum e não pelos genitais. Em alguns carregadores, o bebê fica com o peso apoiado nos genitais e as pernas penduradas e muito verticais. Isso é prejudicial para o desenvolvimento apropriado do quadril.

2. Wrap Slings são ótimos para recém nascidos
Eles tem um carão de coisa complicada, mas na verdade uma vez que você aprende a usar eles são mais fáceis. Principalmente para bebezinhos menores que ainda não sustentam a cabeça. Eles ficam extremamente aconchegados e costumam até dormir! Eu fazia compras no mercado com a Carol adormecida no Wrap.

Carolina com 1 mês, dentro do casulinho

Carolina com 1 mês, dentro do casulinho

3. Slings de argola são mais práticos para bebês maiores
Wraps são sensacionais para recém nascidos, mas esquentam um bocado e você perde um tempinho fazendo toda a amarração antes de por o bebê. O sling de argola você pode deixar “Pré montado”, com mais ou menos a sua altura de ombro e só fazer os ajustes menores na hora de colocar o bebê. Acaba sendo mil vezes mais prático para bebês que já sustentam a cabeça.

toda espertinha, aos 3 meses e meio, no sling de argolas

toda espertinha, aos 3 meses e meio, no sling de argolas

4. a posição fisiológica é a que respeita a postura do bebê
O bebê tem que estar bem acomodado. Em qualquer sling, o ideal é que a curvatura da coluna seja mantida e as perninhas estejam em posição de sapinho. O que significa isso? Significa que você não deve esticar as pernas do bebê e deixá-las penduradas. Elas devem ficar com joelhinho dobrado e na altura do quadril, como se estivesse agachadinho.

5. Não deve-se colocar o bebê de frente
tem muita gente que coloca o bebê de frente, acreditando que vai satisfazer a curiosidade do pequeno. Mas isso não deve ser feito! Primeiro, porque o bebê não vai ficar em uma posição fisiológica, já que suas costas arquearão para trás. Segundo, porque é muito estímulo para o bebê! Na posição peito a peito (bebê virado para a mãe), ele pode olhar para os lados, de modo a satisfazer a sua curiosidade, mas quando se cansa, ele se aconchega no seio materno e descansa. Na posição de frente, ele não tem como fugir do excesso de estímulos e pode acabar estressado.

6. Tem que ser seguro
Tem muita gente fazendo sling sem experiência no assunto. O povo usa panos inadequados, improvisa camisetas, usa argolas que não servem para aguentar peso, não fazem costuras reforçadas…fazem barbaridades! Sling é ótimo, mas tem que ser seguro. Isso implica em pagar um pouco mais caro mas comprar de marcas conhecidas. Os meus são da Sampa Sling. Comprei pelo site deles que é maravilhoso! Tem outras pessoas fazendo bons trabalhos, mas procure se informar antes sobre a qualidade. Principalmente se você pretende comprar um de argolas, veja de que são feitas as argolas.
ARGOLAS CONTRA-INDICADAS: de madeira, acrílico, de ferro niquelado, cromado ou zincado, e plástico.
ARGOLAS COM INDICAÇÃO RESTRITA: de aço inox com emendas; ou achatadas, ainda que inteiriças.
ARGOLAS ALTAMENTE RECOMENDADAS: De nylon, nacionais ou importadas; de aço inox sem soldas ou emendas (cilíndricas); de alumínio importadas.

7. Aprenda a usar com quem sabe!
Procure um lugar que tenha slingada ou vá em uma consultoria. Lá na Sampa sling elas são umas fofas e dão consultoria gratuita se você levar seu sling. Eu vi uma frase em um vídeo que achei interessantíssima: “Não tem bebês que não se adaptam ao sling. Tem pais que não se adaptam”. E, pelo menos no meu caso, era verdade! Eu que não estava sabendo usar, por insegurança e desconhecimento mesmo. Assim que aprendi como era…a Carolina se adaptou super bem!

Bom passeio pra vocês!

OBS: esse NÃO é um post patrocinado, é apenas a minha experiência de mãe.