1

Com que roupa eu vou pro samba que você me convidou…

Minha irmã Ivy está vivendo esse momento de fazer o enxoval e como eu me lembro bem das mil dúvidas que tinha até a Carol nascer e do quanto procurei (sem muito sucesso) ajuda pela internet afora, resolvi fazer um post sobre isso e ajudar tantas gravidinhas quanto puder.
Claro que depois que o bebê nascer, você vai poder comprar mais roupinhas. Mas tem coisas que são o básico e o “Must have” porque por mais que você seja a mãe mais desencanada do universo, você não vai por o pé pra fora de casa nas primeiras semanas exceto para levar o bacuri pro pediatra. “Ah! eu compro pela internet o que faltar!” você me diz. Pois eu estou rindo da sua cara ingenuidade: gata, você não vai conseguir nem escovar o dente sem que o bebezinho pressinta que você está longe e comece a chorar…internet é coisa de sonho, te garanto.

Nada melhor que ter pelo menos o básico até uns 3 meses. Pois depois disso o bebezinho já está apto a dar suas voltinhas com a mamãe e provavelmente já dorme um pouquinho mais o que te dá tempo de fazer cocô, comprar pela internet e atualizar as redes sociais, pelo menos. Esse é o momento que vivo agora. E eu juro que não estou exagerando!

Mas, chega de blablablá de mãe carente de atenção e vamos ao que interessa: O que eu PRECISO ter para quando meu bebê chegar? Falaremos apenas de roupinhas já que os outros ítens eu citei nos posts anteriores.

As roupinhas que um bebê mais usa são: body, culote (mijão ou calça), meias, luvas, gorros, macacões. Quantos eu tenho que ter? Quais os tamanhos?

Caaalma! Vamos falar de uma coisa por vez.

Definindo Tamanhos:

Existe o tamanho Recém Nascido (RN) e o tamanho P, que é um pouquinho maior. Mas o foda  pior é que esses tamanhos variam de marca para marca! Tipo, o RN de uma marca é do tamanho P de outra e o P de uma é o M da outra. De modo geral, considerarei RN como o tamanho menorzinho mesmo que é o das marcas Carters e  Noruega Baby. Isso posto, digo a vocês que o tamanho Recém nascido dessas duas marcas (que é menorzinho que de outras marcas mais genéricas que achei em lojas como a “Japonesa”) veste um bebê de até 3,500kg mais ou menos. Sugiro fortemente que vocês comprem roupinhas P e esperem o ultimo ultrassom que é feito lá pela 36/38 semanas para saber se vão precisar de roupinhas RN e de quantas precisarão. Se o bebê de vocês for pequenino como minha Carol, que nasceu com 2,750kg, vocês usaram um bocado. Ela usou até esta semana (1 mês e 20d). Caso o bebê de vocês venha parrudão, comprem unzinho de cada e só pois não vai precisar!

O que preciso e quanto?

1. Body: O body é tipo um macacão, mas não tem perninhas. Ele tem botões embaixo. Os bebês usam demais! Ele vai por baixo de tudo, logo por cima da fralda. O ideal é que não tenha muitos bordados ou detalhes para não irritar a pele do bebê, quanto mais liso melhor. Óbvio que digo isso porque fui na Japonesa e comprei um monte deles bordados que a Carol odeia. O bom é ter pelo menos uns 7 do tamanho P e uns 7 RN (se o bebê é pequeno). Caso seu bebê nasça no inverno, compre 7 de mangas compridas e uns 3 de mangas curtas e o contrário se o bebê nascer no verão. As marcas que eu mais gostei foram a Zig Mundi, Tip Top, Bicho Molhado e Carters. A Carters é importada e se você não tiver ninguém viajando para trazer, os preços do Mercado Livre são muito bons e compensam pois a qualidade é bem superior.

carters-roupa-bebe-body-manga-curta_MLB-F-4360939989_052013

2. Culotes (mijão/ calças): Existem as com pé e as sem pés. Eu prefiro as sem pés, pois você usa mais. Caso você queira com pés, compre da carters, pois o pé da calça deles tem o formato certinho para encaixar o pé do bebê, as marcas nacionais tem apenas a ponta da calça costurada e fica uma merda porcaria o encaixe do pezinho, irrita você e o bebê. Sugiro no mínimo 7 de cada tamanho também.

Calças sem pés da Carters

Calças sem pés da Carters

3. Macacões: Fundamentais. Esse é o adjetivo que você estava procurando quando pensou em macacões para bebês. É o tipo de roupinha prática, bonita e quentinha também, porque não? Eles vão por cima do body e da calça, por isso podem ter quanto bordado você quiser, já que não vai em contato direto com a pele de bebê. Prefira os que tem botões frontais e não tem gola. Botões atrás te exigem habilidades de nível mais avançado, mas se você for cheia de ousadia e gostar de um desafio, pode tentar. Golas são meio problemáticas também, pois o bebê tem um reflexo chamado “reflexo de procura” que faz com que ele vire de boquinha aberta na direção de onde estão o tocando na face e se a gola maldita ficar roçando a bochechinha dele, você terá um bebê parecendo um peixinho afogado o tempo inteiro virando o rostinho e isso aleem de irritá-lo, pode prejudicar o sono. Existem os macacões de malha/algodão e os de plush ou fleece (que é um tecido aveludadinho e mais quentinho). Você deve escolher de acordo com a estação do ano que seu bebê vai nascer. Como Carol nasceu no outono que é mais friozinho, eu comprei 4 de malha e 7 de plush.

Carol com macacão de malha estilosinho

Carol com macacão de malha estilosinho

Carol bem quentinha com seu macacão de Plush

Carol bem quentinha com seu macacão de Plush

4. Meias: elas são baratinhas e tem uma mais fofa que a outra. Por mais que você ache lindos os sapatinhos, a não ser que esteja com grana sobrando (se esse é o caso, por que está lendo este post? compre tudo!), não compre. Seu bebê não anda, logo, ele não precisa. E você vai acabar ganhando alguns. Uma coisa que achei bem legal são as meias que imitam sapatinhos. Ficam bem bonitinhas com vestidinhos. Acho que dá para ter tranquilo uns 10 pares.

As meias que imitam sapatinho que a Carol ganhou da vovó

As meias que imitam sapatinho que a Carol ganhou da vovó

5. Gorros: Tenha pelo menos uns 5 de tamanhos diferentes. Eu tinha 3, mas eram todos P e ficavam tapando os olhos da minha pobre bebê. Em seus primeiros 15 dias de vida, o único gorro que cabia era o da maternidade e a pobre ficava parecendo um smurf.

Smurfete fofa da mamãe! (me deixa ser corujaaaa!)

Smurfete fofa da mamãe! (me deixa ser corujaaaa!)

6. Luvas: tenha 2 pares. Não estou te dizendo para ter muito mais que isso, porque a gente até tenta colocar, mas os bebês em geral não colaboram muito e vivem arrancando. Eventualmente você desiste e enrola o danado numa manta.

7. Cueiros: são aquelas “mantas” de um tecido levinho tipo algodão. Eu tenho dois e acho que é o suficiente. Eles são bons para enrolar o bebê e fazer o famoso “charutinho” que acalma o bebê e também para forrar o carrinho ou alguma outra superfície em que você vai deitar o bebê.

Os meus cueiros são exatamente os da foto.

Os meus cueiros são exatamente os da foto.

8. Manta: eu tenho duas de linha e 1 de flanela. Achei mais que o suficiente. A de flanela eu ganhei da minha mãe e é a que a Carolina mais usa. Eu uso para cobri-la quando está no carrinho, no berço, no colo…ou seja, toda vez que está frio! São ótimas porque são quentinhas e menores que um cobertorzinho infantil.

9.Cobertor: Tenho 1 edredom que eu comprei e 1 cobertor quentinho que ganhamos. Qual o melhor? O cobertor, sem dúvidas! Aqui é frio a noite e o cobertor esquenta mais. Além disso o edredom é volumoso e eu não uso pois fico com medo de o bebê escorregar e acabar se sufocando nele.

10. Toalha-Fralda: É uma fralda de pano grande. É ela que você usa para secar bebês pequenos, pois é mais macia e não irrita a pele sensível dos pequenininhos. Usa-se muitooo. Recomendo ter pelo menos 7.

1_Toalha-Fralda-Capuz-Hug-Linha-Nina

11. Toalhas infantis: São as toalhas normais, mas com capuz e forradas com fralda internamente. Nao precisa-se de muitas, pois você vai usar mais para forrar o trocador no frio ou para enrolar o bebê e leva-lo até o trocador no frio. Só vai usar para secar mesmo o bebê quando ele for maiorzinho. Tenha umas 3.

Eu tenho uma de cada

Eu tenho uma de cada

12. Pano de boca: São iguais a fraldas de pano, mas menorzinhas. Você vai usar MUITOOOO. Mesmo. Você vai ficar viciada nelas, pois elas servem de coringa. Se o bebê regurgitar, vomitas, babar, suar, estiver com uma caca no nariz ou tiver sol batendo nos olhinhos…você sacará seu pano de boca e resolverá o problema! É o bombril do enxoval. Serve para praticamente tudo.

Use sem moderação

Use sem moderação

13. Pagão: São aquelas roupinhas de antigamente que tem uma camisetinha que fecha atrás e um casaquinho que vai por cima e tem um babado mega incomodativo pro bebê. Você não precisa disso. Você quer coisas que facilitam sua vida e os bodies e macacões além de mega práticos são bem lindos e moderninhos! Eu não tenho nenhum.

Se quer uma vida simples, evite!

Se quer uma vida simples, evite!

14. Vestidos: Se você é mãe de uma menina, você já está sonhando com os vestidinhos que a pequena vai usar, não está? Bom, os vestidinhos são lindos demais e a Carol tem vários, mas eles não são fundamentais. Se está sem grana, pode comprar pouquinhos. Se tiver grana, dá pra pirar um bocado porque tem um mais lindo que o outro!

Carol modelo

Carol modelo

Resumão do básico:

Vocês perceberam que a maioria das coisas eu sugeri 7? É porque é um número cabalístico? Não! É uma simples sugestão baseada na quantidade de dias da semana. Claro que você pode ter um pouco mais, esse número é apenas uma sugestão de mínimo, tudo depende do quão cagão ou golfador seu bebê é de quantas vezes por semana você está disposta a lavar roupinhas. Carol golfa um pouco e não costuma vazar suas fraldas, por isso troco suas roupas, em geral, 2 vezes ao dia.

Um bebê, em geral, vai usar um body, uma calça por cima, meias (se estiver frio) e um macacão por cima de tudo. Se são de mangas compridas ou curtas e o tecido (algodão ou plush) vai depender da estação do ano. Em geral, um bebê vai usar sempre uma camada de roupa a mais do que a que você está vestindo, temos que tomar cuidado para não deixá-los superaquecidos ou com frio.

Parece difícil mas garanto que em 1 mês vocês estarão dando aulas sobre o assunto. É só olhar eu que com um bebê de 50 dias já estou postando no blog! 😉

Qualquer dúvidas, estamos aí!

Anúncios
7

Riponga, não. Mãe zeloza, por favor!

Minha vida toda, principalmente depois da faculdade de medicina, eu fui adepta da alopatia, dos tratamentos tradicionais e da medicalização de tudo. Não tinha dúvidas de que teria cesárea e de que trataria meu filho(a) com medicina tradicionalíssima.

Minha especialidade é a medicina nuclear, que envolve a realização de exames e eu sempre fiz exames em crianças. Claro que tinha pena dos bebezinhos tão pequenininhos estarem ali fazendo exames com radiotraçadores, mas não questionava a necessidade disso e não conseguia ter uma empatia tão grande pelos pais e mães desesperados. Entendam-me, aquilo era meu dia a dia. Era normalíssimo pra mim! E o desespero dos pais não cabia na minha cabeça porque…oras! Era um simples exame.

Mas nada que envolve a saúde de um filho, é simples, meus queridos. 

Eu achava uma babaquice quando via pessoas dizendo que ser mãe tinha mudado a sua perspectiva das coisas e que não dava para explicar como era essa mudança pois só passando para saber.

Mas querem saber…É verdade! Hoje eu digo a vocês que o ideal seria que todo mundo que lidasse com crianças fossem mães e pais. Porque só assim você entende.

Minha bebê teve icterícia e tivemos que ir ao hospital quando ela tinha 4 dias de nascida para colher sangue. Furar um bebezinho de 2,5kg! Ela só deu um suspiro quando foi furada. Já eu  estava em lágrimas segurando o corpinho dela.

Engravidar faz uma bagunça na cabeça da gente e muita coisa mudou na minha vida e na minha cabeça.

Depois da horrível experiência com minha bebê colhendo sangue, ela começou a ter as malditas cólicas e refluxo. O médico passou a bromoprida (digesan), ela teve efeitos colaterais e as cólicas pioraram horrores, a ponto dela gritar de 16h até as 6h da manhã.

Nesse momento, eu decidi não dar mais esse remédio para minha filha e mergulhar no mundo que eu nunca tinha levado muita fé e sempre tinha resistido: as terapias alternativas e naturais. Tudo o que eu queria era conseguir aliviar o sofrimento da minha bebê sem precisar usar remédios com efeitos colaterais. 

Cheguei então a um lugar que não imaginava existir em Jundiaí: Espaço Materno Jundiaí. Um lugar bacana onde existe um encontro de mães, baby Yoga, curso de shantala e muito mais.

Fizemos o curso de Shantala na semana passada, que é uma massagem tradicional indiana que foi trazida para o ocidente pelo Leboyer. Normalmente as mães indianas fazem essa massagem em seus bebês e ela aumenta o vínculo mãe-bebê, além de acalmar o bebê, aumentar sua imunidade e aumentar sua auto-confiança.

Logo depois, a professora nos ensinou o “ofurô de bebês”, que nada mais é que o banho de balde. É preciso aprender como fazer porque nossa pequenininha ainda não sustenta a cabeça, então tem uma técnica para colocá-la lá.

Carolina curtindo seu Spa

Carolina curtindo seu Spa

Outra coisa que aprendemos foi que os bebês que são carregados no sling (carregadores de pano tradicionais na Ásia e África) são mais calmos e dormem melhor. Corremos atrás então de aprender a usar o sling. A Carol amou! Adaptou-se superbem e foi maravilhoso para ela e para mim. Eu finalmente consegui deixar minhas coisas em dia! Passei a estender roupa, recolher roupa, lavar louça, arrumar a casa, telefonar, pentear cabelo e…preciso confessar…ir ao banheiro. Não me julguem se não tem bebês pequenos em casa, please.
Papai mostrando que ele também sabe slingar

Papai mostrando que ele também sabe slingar


E preciso dizer a vocês que deu resultado. Passei a slingar com Carol e a fazer religiosamente sua shantala e seu banhozinho de balde todos os dias. No primeiro dia, ela (que tinha dormido NO MAXIMO 4h seguidas) dormiu impressionantes SETE HORAS!

Fiquei tão chocada que ia de hora em hora no quarto ver se estava respirando.

Fiquei animadíssima e pretendo começar a tratar o refluxo dela com osteopatia e homeopatia e devo começar o baby Yoga e o encontro de mães na semana que vem. 

Em breve, mando notícias do front!

1

Precisar, não precisava

Como prometido vou contar a vocês as coisas que comprei/ganhei mas não precisava.
1. Kit manicure:
Maior bobagem, porque eu pelo menos não tenho coragem/habilidade para cortar a unha de um recem nascido com trim e muito menos lixá-la. Vale bem mais a pena uma tesourinha sem ponta da mundial. Marca boa e tesoura honesta.

2. Termômetro que lê temperatura na testa ou ouvido:
caro pra cacete e não achei tão confiável quanto o termômetro de mercúrio ou mesmo o digital. Não vale o investimento.

3. Kit berço:
MAIOR DESPERDÍCIO DA HISTÓRIA. Sério, gente. É lindo e tal. Mas é muuuuuito caro. Vi alguns de mil reais pra lá. O meu foi bem mais baratchinho porque comprei no Brás (duzentos e uns quebrados) mas ainda assim não valeu lá muito a pena. Tive que tirar de dentro do berço porque teve uma vez que peguei Carolina com a cara afundada numa das almofadas. E os pediatras não recomendam mesmo que tenha nada dentro do berço. Acabei colocando a almofada para enfeitar do lado de fora, mas foram as almofadas floridas mais caras que já comprei. Imagino que iria me enforcar num pé de couve se tivesse pagado as estratosféricas mil dilmas do outro Kit berço que tinha gostado.

4. Mosquiteiro: Também é lindo e compõe a decoração. Não foi caro (80 reais no Brás), mas aqui não tem mosquitos. Só isso já justifica o arrependimento, não?

5. Fraldas Pompom: essas eu não comprei, eu ganhei. Mas vazam. Não dá pra bater a Pampers e a Turma da Mônica.

6. Casaquinhos de linha/lã: eu comprei 2 tamanho recém nascido porque estava na lista que a maternidade passou de roupinhas para levar. Mas, caramba, vocês já tentaram vestir um recém nascido? É bem difícil. Agora imagine fazer isso com uma roupa cujo tecido não estica? Nivel 10 de dificuldade (numa escala de 0 a 5). Recomendo macacões de plush, fleece ou qualquer coisa quentinha e que abra na frente. Mas casaquinhos de lã: NÃO!

7. Absorventes para seios: Comprei mas não usei. Apesar de ter bastante leite, nunca vazou. Já vi várias pessoas dizendo que usaram muito, mas para mim realmente não funcionou.
020394_Ampliada

8. Conchas para seios: Como meus seios são muuuuito grandes, as conchas apertavam as aréolas e me causavam muita dor. Para mim, também não funcionou. Acho que vale mais para as mulheres que tem mamilos planos ou invertidos e precisam de auxílio para formar o mamilo.
concha-para-amamentar-3

9. Lacinhos com velcro: Apesar da minha filha ter uma cabeleira linda, eles não fixam. Eu usei geralmente para tirar foto. Porque é colocar, bater a foto e…pum! Já caiu.
IMG_0003

10. lacinhos com tiara de elástico: servem só´para bebês maiores. Dá a sensação que estão machucando. Prefira os que são com meias de seda, que não machucam.

Carol com sua tiara, só pra tirar foto

Carol com sua tiara, só pra tirar foto

11. Belos macacões que não tem abertura frontal: FUJA! FUJA CORRENDO! Você quer uma coisa prática. Juro. E nada mais prático que macacões que abrem completamente na frente. Fácil para trocar a fralda e você não vai ter um bebê resmungando porque você está incomodando ele.

12. Roupinhas que não condizem com a temperatura: Simples. Se o seu filho vai nascer no inverno, não adianta comprar lindíssimos bodies de manga curta. Ele não vai usar. E se vai nascer no verão, não adianta comprar belissimos macacões de plush.

13. Cama de babá: é a cama de solteiro que se coloca no quarto do bebê. Coloquei porque minha mãe vinha ficar aqui em casa e pensei que a pobre precisava de uma cama para dormir e que depois eu mesma usaria quando a bebê estivesse no quartinho e que visitas poderiam usar também. Poderia estar mais equivocada? Não creio. Primeiro porque minha mãe ficou na minha casa só 1 semana. Segundo porque eu NUNCA durmo no quartinho dela já que meu quarto é ao lado e a cama de solteiro faz um rangido que se eu estiver nela e levantar certamente acordarei a pequena (até mesmo se eu me virar nela). E terceiro, mas não menos importante (e obviamente burro da minha parte), qual a visita que vai querer dormir no QUARTO DO BEBÊ? Pois é.

14. Kit cama de babá: Como a cama é um grande equívoco, o Kit é o maior desperdício de dinheiro da história, mesmo o meu tendo sido comprado a um preço amigável no Brás.

15. Hipoglós: Eu sei que a sua mãe usou em você. A minha usou também. Mas você não vai querer cair nesse erro. Porque hipoglós é pior que superbonder. Depois que você coloca aquilo no fiofó do seu filho NÃO SAI NUNCA MAIS. Você vai precisar de uma lixa pra tirar. A menina vai fazer 15 anos e tenho certeza que ao trocar seu absorvente vai achar um restinho de hipoglós na perseguida. Se for passar alguma coisa, passe bepantol baby, demodex, desitin ou cutisanol e hipoglós você só vai passar é…BEM LONGE.

É isso, meninas. No próximo post prometo contar como otimizar um enxoval. Beijos!